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Lua de Mel – Suíça

24/08/2011

 

A Suíça se encontra no cruzamento de diversas das principais culturas européias, que influenciaram profundamente as línguas e práticas culturais do país. A diversidade do país se vê nas suas cidades: cosmopolitas (Zurique), internacionais (Genebra), tradicionais (Berna), bonitas (Basiléia) ou alpinas (Lucerna).

 

As cidades suíças são cheias de charme, cultura, atrações e surpresas. A vantagem de se ter um território pequeno como na Suíça e que em poucos lugares no mundo encontra-se tantos centros culturais, boa gastronomia e comércio variado em distancias tão curtas. A dica e: ande a pé e descubra os encantos de oito das mais agitadas cidades suíças.

 

As cidades

Basiléia

 

 

Seguindo pelo rio Reno, no ponto onde Franga, Alemanha e Suíça se encontram, a Basiléia se orgulha de sua secular tradição cultural. A parte antiga da cidade, de construções medievais e casas barrocas muito bem conservadas, e um ponto onde os bondes passam levando turistas e moradores para todas as partes. Encabeçada pelo Kunstmuseum e Fondation Beyeler (dois dos mais prestigiados centros de arte do país, a lista de museus localizados na cidade e extensa e as torres da catedral Münster completam a paisagem local.

 

Berna

 

 

Berna, a capital Suíça com um ritmo deliciosamente calmo, tem seu núcleo medieval de prédios de arenito praticamente intacto. Debaixo dos mais de 6 quilômetros de arcadas, muitas lojas para a alegria de turistas e moradores. Quando estiver na cidade, não deixe de conhecer a casa onde Albert Einstein viveu quando escreveu a Teoria da Relatividade em 1905 e o novíssimo Zentrum Paul Klee, projetado por Renzo Piano para abrigar a coleção de obras do artista mais famoso de Berna.

 

Genebra

 

 

Genebra surpreende: a menor metrópole do mundo, com apenas 185 mil habitantes, e cosmopolita e vibrante. A vista do Lago Genebra com o Jet D’Eau a partir das ladeiras da parte antiga da cidade e fora de serie. Bons restaurantes e lojas exclusivas fazem com que a sede européia das Nações Unidas se destaque como um importante centro mundial, que possui grandes museus como o da Cruz Vermelha e o novíssimo Museu Internacional da Reforma homenageando os reformistas religiosos de Genebra do século XVI.
 

La Chaux-de-Fonds

 

 

Encravada na cadeia do Jura próxima à fronteira com a Franga, La Chaux-de-Fonds está bem no centro da região relojoeira da Suíça e não poderia deixar de ter um precioso museu dedicado à arte de fazer relógios. Cidade natal do arquiteto modernista Le Corbusier, abriga a Maison Blanche, primeira casa desenhada por ele e cuidadosamente restaurada, aberta ao publico desde 2005.

 

Lausanne

 

 

Essa linda cidade às margens do Lago Genebra e uma das mais agradáveis do país, oferece uma intensa oferta cultural – teatro, dança, música, gastronomia e vida noturna, que são de primeira em Lausanne. Seus moradores, extrovertidos e criativos, estão longe do estereótipo do suíço tradicional. Denominada capital olímpica, tem como símbolo máximo o Museu Olímpico, que está localizado dentro de um gracioso parque a beira do lago.
 

Sierre

 

 

O Château de Villa, com suas paredes do século XVII, é uma atração turística em Sierre. O castelo abriga um restaurante, um bar de vinhos e o Museu de Vinhos e Vinícolas do Valais. O restaurante oferece iguarias do Valais: raclette, fondue, carne seca e pão.

 

St.Gallen

Na parte leste da Suíça, próximo ao Lago de Constança, a cidade medieval de St. Gallen foi construída ao redor da grandiosa catedral e abadia. A biblioteca lá localizada – patrimônio da UNESCO – e simplesmente deslumbrante: relíquia do estilo rococó, uma das mais preciosas da Europa, com afrescos elaborados, pisos em madeiras brilhantes e grandiosa coleção de manuscritos medievais. A cidade também e conhecida por seus “oriels” do séc. XVIII (pequenas janelas tipo bay window) e tradição de bordados manuais típicos dispostos em um museu.

 

Winterthur

Ao chegar em Winterthur você pode se enganar esperando trafego, barulho e alvoroço, mas o que se encontra e uma cidade universitária, com muito verde, bicicletas e onde as pessoas ainda param nas ruas para conversar. O Fotomuseum e um dos melhores na Europa, enquanto que o Sammlung Oskar Rehinart exibe uma variada coleção de arte que vai de Holbein a Renoir. Não perca as apresentações de musica ao vivo que acontecem no bar Albani.
 

Zurique

Zurique se tornou uma das capitais européias do estilo. Prazer e a palavra de ordem: fazer compras e sensacional, ha opções de programas todas as noites, muita cultura no Opera Haus e no suntuoso Kunsthaus. A gastronomia tem representantes do mundo inteiro, e se perder nas vielas que cortam o Rio Limmat próxima à igreja de Gross Münster e o programa favorito. Não deixe de tomar um barco e passar por baixo das muitas pontes que cortam a cidade.

 

 

Como Ir

A Swiss International Airlines é a única companhia com cinco vôos semanais sem escala entre São Paulo e Zurique. Os aeroportos de Genebra e Zurique são totalmente integrados à rede ferroviária. Outras companhias fazem a rota Brasil – Suíça, são elas: Condor, Alitalia, KLM, Lufthansa, Air France e British Airway. Os aeroportos mais procurados são de Genebra, Berne, Zurique e Lugano.
 

Quando Ir

O frio na Suíça é duro de encarar, principalmente nas regiões de montanha. Os meses que registram as temperaturas mais baixas vão de novembro a março, excelentes para a prática de esportes de inverno. A época mais agradável vai de maio a setembro, mas mesmo no auge do verão, pode haver mudanças bruscas de temperatura (para baixo!).

 

 

Documentos e Vistos

Turistas devem ter passaportes válidos por no mínimo seis meses. Brasileiros não precisam de visto, desde que a permanência não passe de três meses. É obrigatório o seguro saúde para viajar.

 

Onde Ficar

Na Suíça, o visitante encontrará os mais diferentes padrões de acomodação, preparados para atender qualquer tipo de orçamento. Há hotéis de luxo, confortáveis estabelecimentos de estrada, flats, hospedarias, fazendas e casas de família. Quando possível, devem ser feitas reservas com antecedência. Na Suíça, as acomodações são classificadas em categorias por número de estrelas com base nas instalações e localização.

 

 

O que Comer

Comer e beber na Suíça é uma viagem de descobertas por conta das zonas culturais nas quais produtos singulares florescem. Elas são destaque do cenário gastronômico e de vinhos. Durante muitos anos a influência dos países vizinhos vem dando a Suíça uma culinária excepcionalmente rica e variada. Muitas especialidades, aclamadas e cultivadas nos dias de hoje, foram desenvolvidas a partir de modestas possibilidades daqueles anos. Pratos simples agora têm uma excelente reputação como especialidades regionais:
- Batata Rösti (batatas raladas fritas servidas na região de Bernese).- Fondue (seleção de queijos é saboerada em todas as regiões da Suíça).- Pizokel (um tipo de bolinho de farinha de trigo servido no cantão dos Grisões).- Polenta e Risoto (servidos na parte italiana).- Papet Vaudois (um tipo de salada de repolho com salsichas servidos na Região do Lago Genebra).- Raclete (prato típico suíço que é elaborado com queijo e raspado depois sobre o prato das pessoas. Pode  ser acompanhado de batatas).
O mesmo se aplica para a produção de vinhos. Os mais finos vinhos suíços são conhecidos apenas por um pequeno número de conhecedores fora das fronteiras suíças. Algumas das uvas cultivadas na Suíça são únicas no mundo.
 

Moeda

A moeda oficial é o Franco Suiço (CHF). Apesar da Suiça não fazer parte da Comunidade Européia, muitos preços são indicados em Euros. Os comerciantes aceitam a moeda, como forma de pagamento, mas não são obrigados a isso.. O troco, muito provavelmente, será em francos suíços.
 

Idioma

Oficialmente, o país tem três idiomas: alemão, francês e italiano. Mas o turista pode se comunicar em inglês. Em muitos restaurantes e hotéis não é difícil encontrar pessoas falando espanhol e português.
 

Clima

Moderado, sem calor, frio ou umidade excessiva. De julho a agosto a temperatura fica entre 18ºC e 27ºC. Entre janeiro e fevereiro de -2ºC a 7ºC. Na primavera e no outono oscila de 8ºC a 15ºC. Dependendo da altitude, as temperaturas podem variar.
 

Transporte

Qualquer um que tenha visitado a Suíça sabe: os serviços de transporte público estão entre os melhores do mundo. Rápidos e eficientes, ligam a toda hora os pontos mais remotos do país. Trens, ônibus, barcos e transporte urbano formam uma imensa rede que levam suíços e visitantes para todos os cantos. A melhor maneira de descobrir a Suíça é comprando um Swiss Pass, Flexi Pass, ou Swiss Card. Com estes bilhetes, você economiza tempo e dinheiro com a máxima flexibilidade. Descontos especiais são oferecidos para grupos de duas ou mais pessoas viajando juntas e para jovens com menos de 26 anos. Crianças com menos de 16 anos viajam de graça se acompanhadas por, pelo menos um dos pais.
 

Trem

Você pode estar num trem minutos depois de aterrissar. A cada hora trens partem dos aeroportos de Zurique e Genebra em direção a boa parte das cidades suíças, tornando as viagens de trem rápidas e convenientes. Entre as cidades mais importantes, os trens circulam de meia em meia hora. A Empresa de Trens Suíços (SBB) está sempre melhorando seus serviços oferecendo facilidades como vagões com playground, vagões silenciosos, mini-bares e vagões-restaurantes especializados. Muitas estações passaram por uma grande reforma e agora são denominadas “RailCity” oferecendo uma grande variedade de serviços, como lojas, restaurantes e lanchonetes.
 

Barco

Embarcar pelos lagos e rios suíços é uma experiência de férias inesquecível. Cerca de 170 embarcações em frotas bem organizadas operam em mais de vinte hidrovias em todo o país. Novidade: aproveite o desconto de 50% nos trens de montanha, teleféricos e gratuidade em mais de 400 museus na Suíça com o Swiss Pass, Swiss Flexi Pass e Swiss Youth Pass.
 

Carro

E fácil viajar de carro pela Suíça. Dirige-se do lado direito da estrada. Muitos sinais de trafego são idênticos aos usados no mundo inteiro, outros, são auto-explicativos. As montanhas alpinas são fáceis de se atravessar, mas é preciso cuidado em estradas mais estreitas. Desfiladeiros podem ser evitados utilizando túneis ou trens para o transporte de carros, nos locais onde estes existem. Limites de velocidade: rodovias 120 km/h; estradas 80 km/h; cidades e vilas 50 km/h. E cobrada uma taxa rodoviária anual de todos os autom6veis e motos no valor de CHF40 chamada “vignette”, que e como um selo auto-adesivo. Carros alugados na Suíça geralmente já vem com a vignette, o que não acontece com os veículos alugados fora do país. As vignettes podem ser adquiridas nos postos de fronteiras, correios e nos postos de gasolina dentro da Suíça.
 

Compras

Os maravilhosos produtos da Suíça fazem dela o paraíso das compras. Fala-se inglês na maioria das lojas e shoppings. Uma visita à Suíça só é completa quando se compra um autêntico relógio suíço.Relógios finos são geralmente mais baratos do que em outros países. A Bucherer é a maior e mais famosa relojoaria do país, e oferece uma variedade de relógios que vão de CHF 50.- a CHF 100.000.-. Os chocolates são de uma variedade enorme de tamanhos, formas e sabores. Excelentes compras são: tecidos, bordados, lenços finos, instrumentos de precisão, canivetes (como os genuínos Swiss Army Knife da Wenger), caixas de música, esculturas em madeira, cerâmica e outros artigos de artesanato, bem como antiguidades e livros de arte.
 

Toque Romântico

Uma das mais impressionantes paisagens do mundo, os Alpes Suíços encantam os visitantes com suas montanhas geladas e espetaculares pistas de esqui. Saint Moritz, Davos e Zurique são algumas das cidades obrigatórias desse roteiro que combina aventura e romance em doses fartas. Cortar a neve em esquis ou snowboard é programa para quem procura adrenalina. Já o clima para namorar, fica por conta dos charmosos resorts de inverno, da refinada gastronomia suíça, dos vinhos inebriantes e, em especial, de uma temperatura perfeita para corpos bem colados.Viver um conto de fadas numa ro­mântica vila nas montanhas é o maior apelo de uma lua-de-mel nos Suíça. A temporada de inverno é, sem dúvida, a mais procurada pelos casais, que partem em busca de points char­mosos em meio a cenários glaciais. É o caso de Saint Moritz, um lugar onde até a neve tem estilo.

 

Outra excelente opção para curtir o frio na Suíça é a cidade de Davos, conhecida por ser a mais alta estação de esqui da Europa, com 320km de pistas de níveis diferentes, algumas, inclusive, com iluminação noturna.
Cercada por sete montanhas, que formam um cenário de beleza natural inigualável, Davos conta com uma estrutura tu­rística de 80 hotéis, incluindo vários SPAs e mais de cem restaurantes das mais variadas especialidades, partindo dos tradicional fondues até a exótica cozinha tailandesa.

 

Para quem busca história, a melhor direção é Zurique. A cidade surpreende os visitantes com sua mol­dura de montanhas, seu imenso lago (que lhe dá nome), muita cultura e so­fisticação. No centro de Zurique, fica o núcleo da cidade velha, com suas pon­tes cruzando o lago, igrejas imponen­tes como a Catedral de Grossemünster, fundada por Carlos Magno, e a char­mosa Bahnhofstrasse, a principal rua do centro, onde estão as lojas de grifes famosas, principal­mente as que vendem os cobi­çados relógios suíços. Outra lembrancinha imperdível são os chocolates feitos à mão, de forma artesanal. Cobertos por belos laços, caixas e fitas, são irresistíveis para olhos e para o paladar.

 

O que fazer na neve: quando se fala em ati­vidades na neve, a Suíça ga­rante diversão para todos os gostos. A cada ano surgem no país novas maneiras de apro­veitar a temporada de inverno em plena comunhão com a natureza. As alternativas são variadas: trekking pelas montanhas geladas, passeios em trenós puxados por cavalos ou cães, velejar no gelo, mountain bike e patinação são as mais procuradas.

Fonte: www.viagemdeluademel.com

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Escrito por: Mariana Reis
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