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Lua de Mel – Índia

31/12/2010

 

Viajar pela Índia é uma experiência de vida intensa: ninguém volta de lá indiferente. Tudo surpreende o viajante, seja pela beleza, pela novidade, ou simplesmente pelo choque cultural. Conhecer a Índiaexige tempo: o território é grande e cada região é muito diferente da outra – povo, paisagens, arquitetura. É preciso ter contato com essa variedade para poder dizer, de boca cheia, que se conheceu o país. Tudo é novo, tudo é estranho para um ocidental. O trânsito louco, o barulho infernal de buzinas, a poluição, fazem com que as grandes cidades indianas sejam um tanto atordoantes para quem chega pela primeira vez a Índia.

 

 

O roteiro mais popular da Índia é em uma região conhecida como Triângulo de Ouro, no Norte do país. Ela é composta pela capital, Nova Délhi, Agra, cidade do estado de Uttar Pradesh; e Jaipur, capital do Rajastão. As três cidades são anualmente muito visitadas pelos turistas, por conta do roteiro exótico, totalmente diferente dos nossos padrões em termos de cultura, turismo e costumes.


As cidades


AGRA

 

Está localizada a 200 Km de Nova Délhi e outros 200 Km de Jaipur. Agra é uma cidade do estado de Uttar Pradesh, na Índia. Foi fundada em 1566 pelo sultão Akbar. O famoso Taj Mahal é o principal tesouro artístico da cidade.

 

Taj Mahal

 

 

É um dos monumentos mais visitados do mundo. Recentemente, eleito uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno. Grandioso e simétrico, em mármore branco, foi erguido por cerca de 22 mil homens, entre 1630 e 1652. O Taj Mahal é uma homenagem do imperador Shah Jahan para a esposa favorita, morta ao dar à luz o 14º filho. Está construído sobre o túmulo dela.


Agra Fort

 

 

Prédio arquitetônico muito visitado pelos turistas, por ser um monumento típico indiano. Possui fortes e grandes colunas e oferece uma linda vista para a margem do rio Yamuna. 

 

DELHI

 

 

Delhi, a capital da Índia, é uma metrópole industrial e agitada de 10 milhões de habitantes no centro norte do país. Mas, se comparada com outras megalópoles, da Índia, é a mais agradável e com atrações turísticas não negligenciáveis. A cidade é dividida em Old Delhi e New Delhi, esta última uma metrópole planejada pelos ingleses para ser a capital do Império Britânico das Índias.


JAIPUR

 

 

A cidade fica a 300 quilômetros de Nova Délhi, e é conhecida como a cidade cor de rosa da Índia. Suas construções foram pintadas dessa cor em 1876, por ordem de um marajá, para agradar o príncipe de Gales em sua visita. Na Índia, o rosa é a cor das boas-vindas. A tradição é mantida até hoje.

 

Hawa Mahal


Conhecido como Palácio dos Ventos, é uma dessas construções rosadas e está entre os principais monumentos da Índia. Com suas 953 janelas, foi construído para que as mulheres pudessem observar o que se passava nas ruas de Jaipur sem serem vistas, mantendo a pureza. A 11 quilômetros dali está o

 

Forte Amber

 

Está localizado a 11 Km de Jaipur, outro importante ponto turístico, construído no século 16, no topo de uma montanha. Mistura elementos hindus e muçulmanos.

 

Tradição


Em Jaipur e Agra estão os indianos mais tradicionais, com roupas bem coloridas, bastante típicas, como vemos na televisão. É possível ver animais de grande porte transitar pelas ruas, como elefantes e camelos. Normalmente, estão “trabalhando”, transportando pessoas. As sagradas vacas também são vistas com facilidade. Nos palácios, os macacos é que dão show. A cultura também pode ser vista nos festivais de dança que sempre acontecem nas principais cidades, templos e monumentos da Índia. Sensações que só mesmo estando lá para conseguir entender e explicar. Ou não. “A Índia não é para ser entendida. É possível ver uma vaca na rua e ao lado uma BMW. São muitos contrastes. O país vive no século 17 e 21 ao mesmo tempo. E as pessoas nunca voltam iguais. O comentário que mais ouço é que a Índia tocou a alma”, comenta Niraj.

 

Como Ir


A rota mais curta entre o Brasil e a Índia é via Dubai, sim. São 15 horas de viagem até o emirado – mas depois, só mais três horas a Nova Délhi ou Bombaim. Se quiser fazer uma parada de uns dias em Dubai, deixe para a volta. Também dá pra chegar à Índia pela Europa ou pela África do Sul. Em geral, os preços se equivalem; é sempre bom pesquisar, pois dependendo do momento, é mais barato ir por uma ou por outra dessas rotas. Voa-se do Brasil até uma capital européia, ou então até Johannesburgo e, de lá, toma-se outro vôo. Se você agüentar, pode fazer a conexão no mesmo dia, mas prepare-se, porque a viagem é muito longa. Se preferir, também pode parar uns dias na Europa ou na África do Sul. O preço da passagem via África do Sul, principalmente durante a alta estação na Europa, é mais barato e custa em torno de US$ 1.400. Leve em consideração que se você for para a Índia em janeiro, será inverno na Europa e verão na África do Sul. Algumas companhias oferecem também vôos para a Índia em que você pode chegar a uma cidade bem ao sul (Bombaim) e tomar o avião de volta em Nova Delhi ao norte. Conforme o roteiro pode ser uma alternativa interessante.

 

Quando Ir


As chuvas de monções, que começam na Índia por volta de junho e terminam em outubro, têm influência sobre o clima de todo o sul e sudeste asiático, principalmente nas áreas planas, em razão da umidade vinda do mar. A época de chuvas definitivamente não é um bom momento para viajar para a Índia: as cidades ficam inundadas, há mais perigo de doenças e, ainda por cima, nessa época faz muito calor. Nas áreas de planície da Índia (praticamente todo o país, salvo as montanhas do norte), a melhor época é de meados de novembro a março (final de outono e inverno). Na capital daÍndia (Delhi) e no vale do Ganges, o inverno é como o de São Paulo – bem suportável. No deserto do Rajastão, é um pouco mais quente durante o dia e fresco pela manhã e à noite. Em todo o sul daÍndia faz calor praticamente durante todo o ano. A estação seca (de maio a novembro) pode ser interessante para quem pensa em ir às praias de Goa, mas não é nada agradável nas grandes cidades, pois realmente o clima é quente. Nas montanhas ao norte da Índia é na primavera (abril a junho) e no outono (final de setembro a final de novembro) que o clima é mais agradável. É bom lembrar que, no inverno, nas regiões próximas do Himalaia faz bastante frio; e que, nas maiores altitudes, neva. No extremo norte da Índia (Jamu e Cachemira), deve-se evitar apenas a época mais fria, o final do outono, o inverno e o começo da primavera, que se estende de novembro a março.

 

Documentos e Vistos


Brasileiros precisam de um visto de turismo, válido por seis meses (180 dias), que pode ser emitido no Consulado Geral – Av. Paulista, 925; Tel: (11) 3171-0340 – ou informações pelosite, em São Paulo, ou na Embaixada – SHIS QL 08 Conjunto 8, Casa 1, Lago Sul; Tel: (61) 3248-4006; site – em Brasília. É necessário entregar o formulário preenchido (disponível no site do consulado), uma foto 3×4 recente e uma comprovação de vacina contra febre amarela. A papelada pode ser enviada por Sedex, com pagamento de uma taxa adicional. 


Onde Ficar


Agra


Col. Lamba Indian Home Stay – Um albergue familiar, onde se pode tomar café com os proprietários e conhecer a cultura indiana de forma mais íntima. Cozinha comunitária, quartos coletivos ou para casais, com opção de banheiro privado. Fica vizinho à mesquita Jama Majid, um pouco afastado do centro.Holiday Inn – O quatro-estrelas da rede americana preserva o conforto e o padrão ocidental de atendimento. Fica distante do Taj Mahal, mas a viagem de táxi não sai caro.Hotel Sheela – Acomodações espartanas: colchões finos, ventiladores, água quente apenas no verão. Mas, para os mochileiros que quiserem se hospedar não muito longe do Taj Mahal, essa é uma aposta limpinha. A 50 metros fica o Sheela In, irmão com quartos que têm TV e telefone.Oberoi Amarvilas – Cinco-estrelas com apartamentos com vista para o Taj Mahal, que ainda tem um spa com massagens e tratamentos estéticos.


DelhiJukaso Inn – De médio padrão, fica no agradável subúrbio de Sunder Nagar e tem bar, café, lavanderia e quartos com TV e ar-condicionado. Como os quartos possuem tamanhos e vistas diferentes, peça para vê-los antes do check-in.Nirula’s – Quartos pequenos, porém aconchegantes, com ar-condicionado e TV. Fica vizinho ao restaurante homônimo, que faz parte de uma rede nacional com comida não muito picante (e bons sorvetes!). Está super bem localizado. Se puder, reserve, porque lota.Taj Mahal Hotel – Próximo ao igualmente suntuoso Khan Market, na região central, é um dos melhores hotéis cinco estrelas da cidade. Entre os serviços de luxo, o spa se destaca.The Oberoi – Para quem pode pagar por conforto, esse é o hotel mais recomendado. Fica à beira de um campo de golfe, tem atendimento de primeira linha e restaurantes estrelados. Embora esteja no centro, não dá para ir caminhando às atrações principais da cidade.Youth Hostel – Reserve com antecedência, porque o albergue da tranqüila Chanakyapuri dispõe de poucos quartos. É limpo, com jardim e uma área de recreação. Alguns quartos têm ar-condicionado. Oferece um bom café-da-manhã, mas as outras refeições são fracas. Não sócios são aceitos, desde que paguem uma taxa extra.Jaipur

 

Diggi Palace – Esta é uma rara oportunidade para um viajante econômico ter a experiência de dormir em um haveli de 200 anos. Apesar de um pouco distante da cidade velha, a melhor hospedaria barata da cidade surpreende com quartos pequenos porém aconchegantes, alguns com varanda, e a opção de banheiros coletivos ou privados. Como os quartos são bem distintos, peça para visitar os que estão disponíveis.Hotel Madhuban – Funciona numa antiga mansão e tem apartamentos amplos, decorados ao estilo rajput, além de piscina e um agradável restaurante.Meghniwas Hotel – Hospedar-se no prédio de 1948 da família Singh é ter a oportunidade de conhecer indianos de uma autêntica linhagem rajput guerreiros que controlaram essa parte da Índia por mil anos. O hotel tem restaurante, piscina, lojinha e agência de viagens.Samode – Tem duas unidades familiares, ambas decoradas de forma a preservar a cultura original mesmo com padrão internacional. Refinado, o Samode Palace atrai casais em lua-de-mel para o seu prédio de 400 anos, a uma hora do centro. Já os pequenos quartos do Samode Haveli, bem localizados em uma construção de 200 anos na capital, combinam melhor com quem viaja só.

 

Comida


Agra


Chiman Lal Puri Wallah – Para uma autêntica (e barata) degustação da cozinha indiana, conheça a casa de Raja Babu, que integra a quinta geração da família dona do restaurante. Na entrada, come-se puri (pão frito) à vontade com molhos como curry e chutney. O menu não muda: inclui um saboroso pudim de arroz chamado kheer e dois pratos vegetarianos.Dasaprakash – A 20 minutos de carro do Taj Mahal, este restaurante lactovegetariano serve também pizzas e sorvetes. Por cerca de US$ 5 comem-se preciosidades como dosas de cebola e uttapams de queijo-Meher.Esphahan – Hospedar-se no chiquérrimo Amarvilas é para poucos, mas simples mortais podem ao menos ter um gostinho do que é comer bem no restaurante do hotel, diante de uma incrível vista do Taj Mahal. E o melhor: há pratos de apenas US$ 11. Ao som de música ao vivo, o frango cozido ao molho de amêndoas com açafrão e pétalas de rosa fica ainda mais gostoso.Pizza Hut – A rede americana marca presença com um restaurante caro e relativamente sofisticado para os padrões indianos. Além das pizzas, há opções de massas. Para quem estiver cansado da comida indiana.DelhiBukhara – Bill Clinton e Vladimir Putin estão entre os clientes deste que foi eleito um dos 50 melhores restaurantes pela revista Restaurant. Não deixe de provar o malai kebab (pão indiano, pasta temperada e frango) ou o dhal (lentilhas temperadas com tomate, gengibre e alho).Karin – Eis uma alternativa para fugir da dieta vegetariana e conhecer uma autêntica comida mongol, com kebabs de carne de carneiro e frango cozido na manteiga (makhani murgh). O ambiente despojado existe desde 1913 e já serviu até o grande imperador

 

Akbar.Naivedyam – Este restaurante vegetariano do bairro de Hauz Khas serve os tradicionais thalis, uma espécie de menu para degustação de vários pratos, o que inclui sopa de lentilhas (rasam) e dosas (semelhante a uma panqueca). A música e o ambiente encantam.Swagath – Não se deixe impressionar pela aparência, bem simples. Este é um dos melhores lugares para comer frutos-do-mar na cidade. Se você não se importa com o tempero picante, peça o Chettinad, prato típico do sul da Índia, especialmente saboroso.Jaipur

 

Chanakya Garden – A aparência é de um restaurante caro, mas os pratos têm preços bem mais acessíveis que a decoração. Exclusivamente vegetariano e sem bebidas alcoólicas, o menu inclui o special thali.Four Seasons Restaurant – Está um pouco fora de mão, mas serve algumas receitas típicas do Rajastão que estão entre as mais recomendadas da cidade. E o melhor: os preços são justos.Niro’s – Embora tenha um variado cardápio internacional, sua boa fama vem dos pratos indianos clássicos por preços módicos. Por isso a construção de 1949 está sempre cheia. Uma especialidade do Rajastão é a sula, feita com carne de carneiro.Surya Mahal – O restaurante do Oberoi Rajvilas, um dos hotéis mais sofisticados da cidade, serve pratos típicos e cozinha internacional em um quintal super-romântico. Na alta temporada, há apresentações de dançarinas. O murgh malai tikka, um frango marinado no iogurte, merece ser experimentado.Moeda
A rúpia (“prata amoedada”, em sânscrito) indiana original era uma moeda de prata, cunhada durante o reino de Sher Shah Suri, por volta do ano 1540. A decimalização só ocorreu em 1957 (os centavos são chamados de paisas). O símbolo adotado é Rs. Teoricamente, é ilegal entrar ou sair da Índia portando rúpias. O uso de cartão de crédito é bastante restrito, principalmente no interior, por isso leve dólares ou euros em dinheiro.

 

Idioma


Acredita-se que, a cada 100 km percorridos na Índia, muda-se o dialeto. Além disso, o país apresenta 25 idiomas oficiais, segundo o Consulado Indiano em São Paulo. O hindi é o mais falado. O inglês é a língua oficial do Parlamento, porém somente 3% da população se expressam fluentemente nesse idioma. Mas isso não é motivo de desespero. Gentis e interessados, muitos indianos falam inglês a seu modo – especialmente nas cidades e nos centros turísticos. Seja paciente. 

 

Clima


O clima é um fator fundamental para a ida à Índia. São três estações dominantes: quente, chuvosa e amena. O mais recomendável é evitar a época quente (abril, maio e junho), quando as temperaturas chegam aos 45º C. As montanhas estão entre os destinos preferidos nessa época. As chuvas de monções (vindas do sul) ocorrem, em grande parte, entre julho e outubro. Outubro é quando o país recebe o maior número de turistas. De novembro a março é a época dos casamentos, que lotam as ruas de rituais. Se puder, reserve sua viagem para esse período.

 

Transporte


O principal meio de transporte na Índia é o trem – muito mais barato, comparado aos aviões, embora nem sempre mais rápido que os ônibus. O país tem mais de 63 mil km de trilhos gerenciados pela estatal Indian Railway. As companhias aéreas Air Índia e Indian Airlines trabalham com boas tarifas para quem viaja gastando em dólares, principalmente para aqueles que vêm de conexões internacionais. A Air Deccan é a primeira empresa a operar com tarifas econômicas no país e também faz vôos charters e aluga helicópteros. A Kingfisher é um pouco mais cara, mas tem serviços melhores.

 

Compras


Agra


O exotismo da Índia faz do país um paraíso de compras. Os produtos viraram febre no mundo inteiro, como símbolos zen, alternativos e glamourosos. O artesanato, muito marcado por figuras da mitologia hindu, é característico em cada região, como os mármores de Agra. O local é também conhecido por ser um grande centro de temperos, ervas, aromas e incensos, encontrados em todos os cantos. 

 

Delhi


Chandni Chowk – Saris, especiarias, artesanato… A rua principal de Délhi Antiga mistura tudo isso e muito mais num ambiente incrivelmente congestionado. Mas a muvuca faz parte do charme desse mercado popular. A regra, que vale para todas as lojas de rua e feiras livres do país, é pechinchar — isso faz parte da cultura indiana, por isso os lojistas não colocam preço nas peças.Connaught Place – O coração de Nova Délhi é uma rotatória de onde irradiam algumas das principais ruas da cidade, como a Janpath, cheia de vendedores de arte e roupas regionais. O sistema de identificação das ruas carece de placas, mas basta circular — e, naturalmente, perguntar — para encontrar lojas de todos os tipos, bancos, agências de viagem e restaurantes.

 

Jaipur


Anokhi – Os preços são superiores aos que se encontram nos bazares das ruas, mas a qualidade dessa loja de roupas e tecidos é superior. O trabalho dos artesãos locais é acompanhado por especialistas que dão um toque moderno aos produtos tradicionais.Joharie Siredeori Bazaar – Jaipur é famosa por suas jóias com pedras preciosas e prataria, especialmente em lojas confiáveis como essa, que fica na área muçulmana de Pahar Ganj.Rajasthali Emporium – A loja do governo é ótima para comprar artesanato com preços fixos ou ter uma idéia dos preços antes de pechinchar na movimentada Amber Road.

 

Toque Romântico


Visite a parte antiga de Delhi, onde se encontra o memorial Mahatma Gandhi, a Jama Masjid, maior mesquita da Índia construída pelo imperador Shah Jahan no século XVIII.

 

Em Jaipur, passeie pelos principais pontos turísticos dessa colorida cidade, passando pelo Palácio do Marajá, Palácio dos Ventos e Observatório. No fim da tarde, não deixe de realizar um pitoresco passeio de rickshaw (meio de transporte de tração humana em que uma pessoa puxa uma carroça de duas rodas onde se acomodam mais uma ou duas pessoas) pela parte antiga dessa charmosa cidade.

 

Em Agra, invista um tempo para apreciar e conhecer o Taj Mahal, monumento do amor e da imaginação que representa a Índia em todo o mundo. Ideal para ser conhecido logo na primeira hora do nascer do sol.Aproveite para visitar também o Forte Agra, construído em arenito avermelhado, na mais original forma das arquiteturas Islâmica e Hindu, que abriga palácios, palacetes salas de audiências, bazares, lagos e mesquitas.

 

Templo indiano

 

Jaipur

 

Amber Fort – Jaipur

 

Akshardham Delhi

 

Hawa Mahal

 

Hawa Mahal – Jaipur

 

Jal mahal – Jaipur

 

Mesquita Jama Masjid – Delhi

 

Delhi

 

Rambagh Palace – Jaipur
 

Fonte: viagemdeluademel.com

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Escrito por: Mariana Reis
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